Entre a palavra,
o tempo e o código.
Um perfil sobre o ofício de contar histórias — da tela à sala de aula, da historiografia à linha do código.
Um perfil sobre entender o mundo.
É uma palavra que atravessa as três áreas em que atuei: trabalhar — narrar. Comecei como jornalista, tomando cada decisão editorial com a noção e a exigência da língua durante anos, formando-me para entender o trabalho e o mundo.
Na televisão sem ir tempos atrás, fui historiar que ficam longe. Foi essa inquietação que me fez buscar as próprias, as quais me trouxe ao longo de décadas, quais memórias inativas, quais silêncios, e o que isto nos conta sobre o presente.
A História, Avançar, o dia e o ponto de olhar a narrativa foge do padrão. Aprendi a descrição das narrativas digitais e o jornalismo, onde a notícia e a exigência, a linguagem nunca leva muito lento, e nunca será improvável. É uma das últimas áreas mais improvável.
Vivo no Espírito Santo, é o espaço que penso o Brasil. Acredito que territórios fora dos grandes centros oferecem perspectivas que o eixo Rio-São Paulo raramente apura. Aqui, a pergunta muda a história que se conta.
As facetas do trabalho.
Quase 20 anos de televisão me ensinaram que a notícia é um pacto: com a fonte, com a audiência, com a verdade possível. Cada reportagem é uma decisão editorial — sobre o que mostrar, o que cortar, como nomear. Levo essa responsabilidade a sério.
Pós-graduado em História do Brasil, busco entender como as narrativas oficiais se constroem — e como podem ser desconstruídas. Memória, identidade e cultura capixaba são territórios que pesquiso com atenção e método.
Em Ciência da Computação, foco em dados e automações. Construo ferramentas que apoiam apuração, organizam pesquisa e libertam tempo do operacional para o que importa: pensar, escrever, descobrir. Tecnologia como meio, nunca como fim.
Uma trajetória em movimento.
Não há linha reta. Há, sim, escolhas que vão se costurando umas às outras — quase sempre em diagonal, raramente em paralelo. Aqui está um mapa simplificado de como cheguei até aqui.
Início da carreira em redações de televisão no Espírito Santo. O começo de uma trajetória que atravessaria quase duas décadas.
Aprofundamento na pesquisa e na crítica de fontes. A História passou a informar o olhar jornalístico — e vice-versa.
Foco em memória, identidade e narrativas culturais. Pesquisa sobre como o passado é contado — e por quem.
Encontro com dados, automações e desenvolvimento. A tecnologia como extensão natural do trabalho jornalístico e histórico.
Projetos que cruzam jornalismo, história e tecnologia. Editor de telejornalismo na Rede Tribuna, com foco em narrativas que fazem diferença.
Toda boa história
começa com uma
boa conversa.
Se algo aqui ressoou com você — um projeto, uma pesquisa, uma ideia em comum — escreva. As melhores colaborações nascem assim.
Espírito Santo · Brasil